Morimur – A Place in the Sun
Morimur – A Place in the Sun foi fotografado no mês de dezembro de 2015 no Devraj Coffe Shop em Tapovan em Rishikesh, Índia. Morimur, termo apropriado de Christoph Poppen e da sua partitura nº 2 para violino de J. Sebastian Bach (e que pode também ser relacionado com as Cantatas do compositor alemão) significa, segundo Poppen, We Shall Die. Morimur é adaptado a A Place in The Sun, no contexto dos Encontros da Imagem, pois vai precisamente ao encontro deste pressuposto, pois todos as pessoas fotografadas são viajantes solitários que regularmente frequentavam o Devraj Coffee Shop e que de uma forma ou de outra, neste lugar de peregrinação, procuravam um sentido para a vida, pela meditação, pelo yoga ou simplesmente pelo distanciamento, longe dos lugares onde vivem – a realização e felicidade ainda nesta vida. Ao longo de um mês foram fotografados uma série de viajantes que entravam neste café e que se posicionavam junto às janelas a contemplar a paisagem, o Rio Ganges e a emblemática Ponte de Laxman. As imagens, por uma questão conceptual do projeto e, também, por respeito ao anonimato dos fotografados (que não tiveram conhecimento de terem sido fotografados) nunca revelam o semblante das pessoas em causa.
Pedro Maia


















Morimur – A Place in the Sun foi fotografado no mês de dezembro de 2015 no Devraj Coffe Shop em Tapovan em Rishikesh, Índia. Morimur, termo apropriado de Christoph Poppen e da sua partitura nº 2 para violino de J. Sebastian Bach (e que pode também ser relacionado com as Cantatas do compositor alemão) significa, segundo Poppen, We Shall Die. Morimur é adaptado a A Place in The Sun, no contexto dos Encontros da Imagem, pois vai precisamente ao encontro deste pressuposto, pois todos as pessoas fotografadas são viajantes solitários que regularmente frequentavam o Devraj Coffee Shop e que de uma forma ou de outra, neste lugar de peregrinação, procuravam um sentido para a vida, pela meditação, pelo yoga ou simplesmente pelo distanciamento, longe dos lugares onde vivem – a realização e felicidade ainda nesta vida. Ao longo de um mês foram fotografados uma série de viajantes que entravam neste café e que se posicionavam junto às janelas a contemplar a paisagem, o Rio Ganges e a emblemática Ponte de Laxman. As imagens, por uma questão conceptual do projeto e, também, por respeito ao anonimato dos fotografados (que não tiveram conhecimento de terem sido fotografados) nunca revelam o semblante das pessoas em causa.
Pedro Maia










































